segunda-feira, 29 de julho de 2013

Moeda Comemorativa do Descobrimento da América (1991)

Moeda comemorativa em prata
Parte integrante do programa pioneiro de emissão conjunta de moedas por Espanha, Portugal e países ibero-americanos, esta moeda foi cunhada por ocasião da passagem dos quinhentos anos da chegada da primeira frota de Colombo à América. Trata-se de cunhagem dedicada ao encontro de dois mundos, não apenas no sentido histórico da Era dos Descobrimentos, mas também no contexto das atuais perspectivas de uma aproximação positiva e crescente entre os países desses dois continentes. A moeda, em prata, teve uma tiragem de 40 mil exemplares. Seu valor facial é de 500 cruzeiros. Veja o exemplar abaixo:


Reverso 
Anverso

Exemplar: No anverso há a construção plástica parte da contraposição entre o Novo Mundo e a Europa. O novo se apropria de formas despojadas, geometrizadas, a exemplo do grafismo presente em cerâmicas pré-colombianas, inclusive a marajoara, característica do norte do Brasil. Esse recurso, sobrepondo-se ao espaço oceânico, representa a ligação entre os povos estabelecida pela troca de cultura artística. A presença européia é representada pela principal nau da frota de Cristóvão Colombo, a Santa Maria, cujo tratamento artístico é clássico, requintado, e utiliza vários planos. Incorpora-se a essa representação a rosa-dos-ventos, cujos raios, partindo de suas pontas, fazem alusão ao traçado das antigas cartas náuticas. No conjunto, a composição de círculos concêntricos sugere a forma de astrolábio. No reverso, analogamente à característica presente nas outras moedas, lançadas pelos diversos países que participaram do programa, a peça traz, ao centro, a representação das armas nacionais, rodeada pelos emblemas nacionais dos demais países emissores (Argentina, Bolívia, Colômbia, Cuba, Chile, Equador, Espanha, México, Nicarágua, Peru, Portugal, Uruguai, Venezuela e Brasil).

Chegada de Colombo na América em 1492, de John Vander

domingo, 21 de julho de 2013

10 Pesos Uruguaios (2000) - Uruguai

Bandeira do Uruguai
História: a República Oriental do Uruguai  (veja localização) é um país localizado na América do Sul. Possui uma área de 172 mil km². Até o século XIX fazia parte do Vice-Reino do Rio da Prata. Em 1816 foi anexado ao território brasileiro como a província Cisplatina. Em 28 de agosto de 1828, quando Brasil e Argentina assinaram o Tratado de Montevidéu, que reconheceu a sua independência. No início do Século XIX, o Uruguai ficou conhecido como a "Suíça Sul-Americana", graças à consolidação da democracia e aos altos níveis de bem estar, comparados aos europeus. Foi o primeiro país a estabelecer a lei do divórcio e um dos primeiros a conceder às mulheres o direito ao voto.

Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)
José Artigas
Descrição: A moeda, bimetálica, mostra em seu reverso um lema "Sean los orientales tan ilustrados como valientes" (Sejam os orientais tão ilustres como corajosos) e a assinatura, ambos de José Artigas, a inscrição do seu valor (10 pesos uruguaios) e seu ano de cunhagem (2000). Seu anverso mostra a efígie de José Artigas, os anos seu nascimento e morte e a inscrição "URUGUAY".


Personagem Homenageado: José Gervasio Artigas (1764 - 1850) foi um político, militar e considerado heroi nacional em seu país. Ajudou a consolidar a identidade do país ao ajudar a libertar as colônias espenholas na região do rio da Prata. Quando o Reino Unido de Brasil e Algarves invadiu a Banda Oriental (Cisplatina), Artigas iniciou movimentos de guerrilha que duraram cerca de três anos. Na Batalha de Tacuarembó, as forças de Artigas foram derrotadas e ele passou a viver em exílio no Paraguai, onde viveu mais trinta anos até sua morte, sem jamais ter retornado ao seu país.

PS: Parte desse texto está presente em outras postagens sobre o Uruguai.
Fonte: Wikipédia

domingo, 14 de julho de 2013

XX Réis (1884) - Portugal

Bandeira de Portugal
História: A República Portuguesa  (veja localização) é um país localizado no extremo oeste da Europa, na Península Ibérica. Possui uma área de 92 mil km². Foi um dos mais antigos reinos europeus. Sua independência se deu em 1143. Entre os séculos XV e XVI, os portugueses foram pioneiros na exploração marítima e, com isso, formaram o primeiro império global, com colônias na África, América do Sul e Ásia. Em 1580 a morte do rei D. Sebastião I, que não tinha herdeiros, gerou uma crise dinástica que levou o rei D. Felipe da Espanha ao trono português. Esse evento ficou conhecido como União Ibérica. Essa união durou até 1640, quando a casa de Bragança assumiu o trono. O Brasil foi colônia de Portugal de 1500 a 1822. A monarquia portuguesa foi uma das mais tradicionais e a última absolutista (com todos os poderes de um país nas mãos do rei). A proclamação da República Portuguesa se deu em 5 de outubro de 1910. A moeda portuguesa entre 1430 e 1910 foi o Real (plural: reais) que ficou conhecido como Réis.

Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)
Descrição: O exemplar acima mostra, em seu reverso a inscrição do valor em algarismos romanos (20 réis) e o ano de cunhagem (1884) rodeados por folhas de louro. O anverso mostra a efígie do monarca D. Luiz I e a inscição D. LUIZ I REI DE PORTUGAL.

D. Luiz I de Portugal
Personagem: Luís Filipe Maria Fernando Pedro de Alcântara António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando de Saxe-Coburgo e Bragança, ou D. Luiz I (1838 - 1889) era neto de D. Pedro I. Herdou a coroa de seu irmão D. Pedro V em 1861, pois ele não tinha filhos. Em seu reinado destaca-se a Janeirinha, revolta popular contra a criação do imposto-geral de consumo (1867). Do seu reinado merecem especial destaque o início das obras dos portos de Lisboa e de Leixões, o alargamento da rede de estradas e dos caminhos-de-ferro, a construção do Palácio de Cristal, no Porto, atualmente designado de Pavilhão Rosa Mota, a abolição da pena de morte para os crimes civis, a abolição da escravatura no Reino de Portugal, e a publicação do primeiro Código Civil. D. Luís era principalmente um homem das ciências, com uma paixão pela oceanografia. Investiu grande parte da sua fortuna no financiamento de projetos científicos e de barcos de pesquisa oceanográfica, que viajaram pelos oceanos em busca de espécimes. Sua morte ocorre de forma súbita, no palácio de Verão em Caiscais em 19 de outubro de 1889. É sucedido por seu filho Carlos, que é coroado D. Carlos I de Portugal.

PS: Parte desse texto encontra-se em outras postagens sobre Portugal.
Fonte: Wikipédia
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